Elena Ferrante in A amiga Genial, Relógio de Água, Lisboa, 2014, pág 21
Este pedaço de texto, apesar de etr um sentido especial em si, autónimo, ganha outro sentido quando lido a sua sequência
Quer tomado na dinâmica do adulto, que pouco apela à sua experiência, ao fluir do tempo, mas apenas ao que lhe resiste na alma mais sensorial. Quer na dinâmica do homem, na sua globalidade, em que se aceita que a evolução de cada um nós reside na conquista de passado, bem como na capacidade de nele aprender e reconstruir-se.
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