Menina:
Desde a magana da última ceifa que ando com esta metida nos cornos. Ora se a menina me ama e eu amo a menina, passe para cá um casal de beijos nos beiços e deixasse de lérias com o mê coração que abana por si como um chaparro numa noite de trovoada.
Menino:
Eu amo-o tanto como a porca ama a faca, mas sendo assim vou já de arriba pedir ao mê pai qu’eceite.
Adaptação de um dizer popular alentejano que ouvi há décadas em Vila Viçosa e decorei.
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