Há uma estética, sobretudo na esquerda, que consegue ser a sua negação. Sobretudo porque a esquerda tem em si o germe do des-ser, do deixar de ser, do interromper. E nisso aposta tudo ficando pendurada no feio, no monstruoso, no sem sentido, na falta de harmonia e na falta de encanto.
E como fazem isso em bando, replicam-se e inundam o mundo com inexistências.
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