sábado, 15 de julho de 2017

Pastel de óleo

Desde a minha tenra idade, digamos 6 ou 7 anos, criei uma imensa aversão ao lápis de cera. Detestava pintar ou desenhar com semelhantes instrumentos. Ora errava grosseiramente na forma, ora no desenho. Para quem seja vagamente letrado nestas matérias, sabe que o lápis de cera, vulgo pastel, deixa um lastro com meio centímetro no mínimo e, pior de tudo, só é perceptível na forma quando levantamos a mão. Nunca me dei com o dito lápis de cera.
Acontece, porém, que recentemente, por via de uma aquisição um nada de impulso, me veio parar às mãos um manual de utilização de pastel. Primeiro resmunguei com a minha fatal sorte para ficar o o que ninguém quer, mas depois fui ler. E, ( sou tão influenciável!) fiquei entusiasmado com a ideia. Levei 2 dias para ir comprar umas amostras de pastel.
Gostei.
Repeti.
Consegui interpretar o meio.
É limitado, mas com potencial.
Pode-se usar sem sujar a casa, sem montar um estardalhaço. É maneirinho.
Amanhã darei novas de algumas experiências.

 

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