quarta-feira, 28 de junho de 2017

Uma triste realidade

Descobri, ou melhor, reconfirmei ( quer dizer voltar a confirmar o que não é o mesmo que duplicar a mesma confirmação!) que uma alminha com quem trabalho se deu ao trabalho de me bloquear nas aplicações do Facebook e do Instagram. Trocado por miúdos, entende essa alminha, que na sua pueril dimensão, produzirá conteúdos tão extraordinários e reveladores e tão únicos que a minha pessoa não está apta a visualizá-los. Coisas tão extraordinárias como "Treta 36", viva o Benfica e mais 
lucubrações metafísicas de igual jaez.
Sim, é uma atitude liceal para não dizer pior.
E, creio profundamente, que tudo o que eu registe nessas benditas redes sociais, entram debaixo do diáfano manto do lápis azul que esconde a realidade que não se quer ver. Já se sabe que este tipo de atitude, também conhecido como esconder a cabeça na areia, dá resultados duvidosos, mas enfim, se preferem viver assim, que se poderá fazer?

E, meus poucos, mas muito bons leitores deste espaço, não foi por coisas que lá escrevi, que lá disse, ou o que quer que fosse lá ( este lá, bem entendido, refere-se às redes sociais), é o resultado de uma atitude pensada e ponderada. E o juízo lançado, tomado a firme com pancada de martelo, feito sentença que não poderá recorrer a instâncias superiores, pois se trata do tribunal da alma, é de CULPADO! Sim, sou o culpado. Hei cometido um crime de lesa qualquer coisa e como tal deverá o criminoso ser banido. Para além de estar todo o santo dia de costas viradas para o plenário de juízes, será banido de todos os verdadeiramente extraordinários acontecimentos que nalguns time-lines do facebook se passam.

Por mais ar anedótico que tente dar a esta circunstância, isso acontece no século XXI, com pessoas com perto de 50 anos. Isto é confrangedor. Medíocre. Rude. E, sobretudo, muito mal educado.


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