segunda-feira, 20 de março de 2017

Lendo 219

"(...) e que nasceu
desde sempre já morto."
Pedro Tamen in Rua de Nenhures, Dom Quixote, Lisboa 2013, pág 34

A poesia, enquanto escrita absolutamente livre consegue trazer pensamentos, pequenos fragmentos que me faz parar e respirar fundo. Quantas vezes andamos com algo definitivamente morto, acabado e sem préstimo para nada... e sequer sabemos porquê ou para quê.

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