quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Lendo 214

"(...)
2. Não sei o que te invento
se amo mesmo quando não és

Não sei o que te amo
se te invento como és
(...)

Mia Couto in raiz de orvalho e outros poemas, Editorial Caminho, Lisboa 1987, 6ª edição, pág 78

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