"É um parar de vez
este ficar calado
Entre nós os três
Tu eu e o passado."
Maria Luísa de Bívar in Escorpião é mulher, Átrio, Lisboa, 1990, pág 49
Quando o passado ganha autonomia, onde aconteceu esse tu e eu, ganha uma certa autonomia ontológica e passa a existir como coisa que interfere.
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