sábado, 31 de dezembro de 2016

Esta coisa do ano novo

Havendo alguma coisa a desejar, ou seja, que sendo independente da nossa vontade e por isso só recolhamos efeitos secundários, muito agradecia que a população que comigo convive neste mundo dedicasse um pouco mais de atenção à verdade. Se tal acontecesse, tudo, mas tudo, fluiria tal como os desejos manifestos em todo o lado. Eu tratarei de cumprir com a minha parte.

2 comentários:

Albert Virella disse...

Como certamente está farto de saber a visão da verdade não é uniforme. Existem quase tantas verdades quantas cabeças. O mais que se pode conseguir é as agrupar atendendo a serem próximas, mas, mesmo assim, nunca escapamos de encontrar versões diferentes.

Para atingir o grau de convivência pacífica que se depreende do seu escrito filosófico-humanista, recomendo que cada um comece por si mesmo, e que chegue a entender como as disparidades que se encontre, comparativamente com qualquer outra pessoa, não devem incitar a justificar rejeições viscerais.

Francisco Braz Teixeira disse...

Antes de mais um Bom Ano para todos.

A ideia que estava na minha mente era em planos, a saber:
1º Muito do que se deseja melhor fora que se agisse em vez de esperar por quem não prometeu de vir.
2º Como sabe sou adepto da verdade filosófica e não da verdade mundana, logo não existem verdades, mas uma única. Mas, e se pretender descer a essas outras, optemos, então, por honestidade. Se formos honestos ( logo próximos da verdade) em vez de sermos mentirosos, trafulhas, cruéis, manhosos, fingidos, desonestos, hipócritas, etc... já faz mais sentido?

Um abraço amigo