quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Acordar com chuva

Com a luz do dia a começar a despontar cai uma imensa e barulhenta chuvada. A maravilhosa melancolia do renascer faz-se presente. Ao fundo, até, um pássaro insiste repetidamente um fino piar. E enquanto a chuva escorre pela estrada abaixo até à sarjeta num percurso sempre igual e aparentemente repetido, o dia insiste em rasgar a luz do candeeiro da rua para instalar o tom cinzento. E, assim, até o pássaro se cala...

Vou voltar para a cama que o sino da igreja já tocou.

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