terça-feira, 15 de novembro de 2016

Valsando

Poderia eu guiar-te numa valsa
Onde tudo passava
À velocidade do carrossel
Passando por apenas ali estar.
E, pela cintura,
Sentia o teu calor,
O teu odor,
E, até, o teu amor...
Até onde poderia alhear-te do mundo,
Centrar-te apenas no som
Que contigo me rodeia?

Valsa-me... valsa-me...
Numa roda incessante
Um, dois, três...
Sempre

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