domingo, 14 de agosto de 2016

Lendo 178

"Já te conhece a andorinha
Que vive no meu telhado
E diz-me assim: Ó vizinha,
Lá vem o seu namorado..."
Augusto Gil in O craveiro da janela, 4º edição, Portugália Editora, Lisboa, 1957, pág 44

Quantas vezes as andorinhas são mundo inteiro que sabe, vê, sente e quase cheira o que o casal sente. Este pensa que a descrição é a sua arte, esquecem-se, por outro lado, que o sentir é muito superior que o melhor teatro.

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