"(...) A memória
Mascara pouco a pouco essas imagens"
Fernando Pinto do Amaral in A Luz da Madrugada, Dom Quixote, Lisboa 2007, pág 18
A natureza do homem, o amor, transforma todas as memórias atenuando a dor que nos provocaram chegando ao ponto de sentirmos saudades do tempo em que elas aconteceram. Bem entendido não pela eventual dor que sentimos, mas porque sobrevalorizamos o amor que nos rodeava. E de nada vale forçar alguém, até o eu, a voltar a sentir a dor desse momento que a mágoa transforma, pois a misericórdia de Deus é maior.
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