"Digam o que disserem, o amor é um dos poucos sentimentos capazes de nos fazer esquecer que nascemos para morrer."
João Gaspar Simões in Eduarda, colecção Novela, Lisboa 1942, pág 26
Porque, talvez, no amor o homem futuriza-se como em mais nenhum outro. E futuriza-se no eterno, no sem tempo, no todo, na totalidade, na integração do tempo primordial onde, ao nascer, rompeu o amor e fez-se num tempo.
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