"Vive como quem constrói uma imagem
uma imagem
que desaparece."
Pde José Tolentino de Mendonça, in “A papoila e o monge”, Assírio e Alvim, Lisboa 2013, pág 60
Amigo e poeta Padre José Tolentino de Mendonça:
Não, obrigado.
Estamos em estradas diferentes, seguimos caminhos diferentes, procuramos coisas diversas. Talvez noutro livro. Talvez a questão seja a poesia Haiku.
Declino a proposta. Vivo não para uma imagem, mas para um encontro mais concreto, sincero, justo e amoroso comigo. A imagem, por mais que se diga será sempre um espelho de uma ideia. É fora do homem.
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