segunda-feira, 28 de março de 2016

Lendo 141

"Em silêncio o rochedo
vê chegar e partir
as estações."

Pde José Tolentino de Mendonça, in “A papoila e o monge”, Assírio e Alvim, Lisboa 2013, pág 29

E que esse silêncio que não seja estático. Há um crescimento que tem que acontecer. O tempo é devir, é acontecer, é somando as passagens desse pelo como esse tempo nos faz dele. Que o silêncio seja cheio de ruído de conversas dentro do rochedo dando-lhe mais estrutura para podermos ir sendo cada vez mais um marco de nós.

Sem comentários: