quarta-feira, 23 de março de 2016

Dá-me paz!

Dá-me outro eu
Que este já está gasto de mim.

Já nada é novidade

Apenas me desgasto
Nas minhas contrariedades
De tentar ser o ideal
Apesar de saber incapaz
Nem sequer da sua sombra.

Dá-me Paz
Quero ter-me e sonhar.

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