sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Poema descrito

Há uma verdade que passa de mim para ti.
Sei-a por mim que tem apenas um único sentido, no entanto, para ti fica diverso.
E, de uma verdade assim, nasce um mar de enganos podendo, até, chegar a um oceano de desentendimentos.
Fui eu que não soube dizer-te a verdade, a minha verdade, a minha história, ou foste tue que esperavas uma verdade que tivesse a cor dos teus olhos e o sal da tua boca?.....
O sabor amargo que tomou pode caber o mundo inteiro e todas as coisas, todas as nossas conversas, todas as opiniões e até juízos. Mas, se não coube em mim, foi, seguramente, o ar que se lhe deu que a talhou assim...
Poderá haver, ainda assim, a esperança da harmonia ou vou ter que reaprender o abecedário?

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