segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

De volta ao essencial

Armei-me em marinheiro,
Desfraldei as velas
E no possível leme
Dispus-me a navegar...

Queria partir de mim,
Abrir novos futuros,
Sair das portas fechadas
E Ver-me de fora.

Que mundo há, afinal?
Que seja tão diverso
Daquele que é o meu?...
Onde calhará o engano?....

Basta que se volte ao princípio,
E me devolva ao essencial,
Esse é o mundo
Isso é o tudo.

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