domingo, 24 de janeiro de 2016

Armas e afins

Entrei discretamente, de cara coberta e aproveitando todas as sombras e penumbras até me esgueirar até à minha secção de voto. Agarrei na minha arma e entreguei, penhorado é claro, à presidente da mesa. Depois sim! Livre de já estar finalmente desarmado segui de cabeça levantada e olhando claro e directo para com quem me cruzava. Isto do voto ser a arma do voto causa-me sempre dissabores morais, pois não sou belicista. A palavra é a única forma de arma que aceito!

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