segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Lendo 123

"Trata-se nesta história duma mulher a quem a culpa não humilhou (...)"– Agustina Bessa-Luís, Homens e mulheres, FCG, Lisboa 2014, pag 25

Quando a culpa, ou seja a meditação reflexiva do erro, não humilha é porque no erro houve grandeza e, nessa circunstância o erro é menor que o acto que o supera, desde que haja grandeza suficiente no actor.

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