"Trata-se nesta história duma mulher a quem a culpa não humilhou (...)"– Agustina Bessa-Luís, Homens e mulheres, FCG, Lisboa 2014, pag 25
Quando a culpa, ou seja a meditação reflexiva do erro, não humilha é porque no erro houve grandeza e, nessa circunstância o erro é menor que o acto que o supera, desde que haja grandeza suficiente no actor.
Sem comentários:
Enviar um comentário