segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Lendo 122

“Depois dos quinze anos, uma rapariga faz-se qualquer coisa de ignóbil ou de sagrado.” – Agustina Bessa-Luís, in Homens e mulheres, FCG, Lisboa 2014, pag 29

Ahhhh! Nada como uma mulher a falar das mulheres em geral. O que é que separa o ser sagrado de ser ignóbil? A maternidade? 
Mas ser mãe não é somente carregar nove meses e parir um ser humano. Para Agustina ser mãe é a arte última de se ser mulher. É que é mãe do mundo, é mãe do homem e até do Homem.

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