domingo, 15 de fevereiro de 2015

Do conhecimento


A quantos níveis posso eu conhecer as coisas que se apresentam?
Esta foto, tirada ao acaso, sem intenção de dela deduzir coisas, espantou-me pela sua incrível profundidade de detalhes. Como é usual interessou-me o centro da fotografia, o rosto em baixo relevo que se vigiava a porta. Aproveitei e abri o campo de visão, não utilizando o zoom, para se poder, também admirar o relevo das folhas, esse magnífico trabalho que dá uma temperatura ímpar à sala. E já agora que se note a existência do florão nos cantos, bem como a cimalha que segura o riquíssimo tecto. Não esperava é que se percebesse o tecto dos corredores do magnífico claustro, nem da sua riqueza ornamental que chega aos desenhos dos vitrais.

Podemos ir sempre mais além.  


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