quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Perdendo a arte

Tomara saber de uma coisa
De fio a pavio
E depois, saber dizê-la
Como se fora uma ciência.

Pegaria pois em Deus,
Na morte, e até na vida,
E, em vez de ansiedade,
Era apenas discursivo.

Dissecando o todo e a parte
Bem como a parte no todo,
O infinito e o eterno
E essa coisa do Ser.

E findo o mistério,
Desaparecida a incerteza,
Tudo simples e linear,
A mera sequência do tempo.

E o que restaria ao homem?
Transformado em todas essas certezas
Seria apenas mais um animal
Que se reproduziria sem arte.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Das relações

As relações humanas são como um tear onde tudo se vai entrelaçando a um ponto em que qualquer ponta solta só se descobre dentro do emaranhado. E, assim sendo, nada é linear.

Do caos

O caos é a realidade a prazo. Seja de facto ou na possibilidade, pois alguém cuidará de normalizar, ou até padronizar a circunstância.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Com o patrocinio do passe social



recriação enquanto se espera


personagem


Ficou apenas a esquina


Pequenos nadas




Da feira da Ladra


Um fado mal calculado


Mesa


Detalhes e pequenos desenhos

 







No cair do pano

No cair do pano
Caio eu também
Cansado deste espectáculo
Extingo-me na última vela
Apenas fico para quem assistir
Numa memória que se perde
Um palco, longe ou perto,
Que contou uma história
Apupada e aclamada
Ainda que usualmente passada
Nada mais que um simples instante
Que mesmo fugaz, foi

E o pano cairá.

Cinquenta (anos)

50 vale por si
Ou pela metade de 100?
É certamente coisa
Que também é uma metade.
Fica essa a meio
Ou mesmo meio feita
E do que vier que venha
Conta já com uma metade.
O resto, logo se vê.

Do amor

O todo tem uma metade
Que não é igual à outra.
É a minha metade,
E, portanto, quase toda.
E mais não me digam
De um fazer dois meios
Que isso nunca vi,
Pois que quando ao todo lhe tiro
Nada lhe fica,
Nem meio nem a metade.
Que coisa essa de impôr
Que a verdade do amor
Seja como da ciência
Faz da metade uma ausência
Pois que nisto de amar
Nem sequer há nada
Tudo é tudo
Agora e sempre,
E a metade o infinito.

O centro do mundo

Vou-te fazer o centro do meu mundo
E até do meu afecto.
Vou viver para ti,
Dar-te tudo o que tenho
E mais tudo o que sinto
Vou-te fazer princesa
E depois Rainha
Vou rasgar os céus
E plantar arco-íris,
Vou semear vulcões
Que explodirão para ti
Vou-te dar tudo.

E sei que se assim o fizesse
Dirias, apenas,
Não obrigado
Fugindo sem olhar para trás.

Andando

Ando distraído do mundo
Meio por fora dele
Como que ausente de mim
É um tempo que não me toca
E, portanto, passo-o sem passar.

Voltarei num outro amanhã
Onde a normalidade reentrar.

Nota

Há um mundo e uma flor
Que pode ser canteiro
Ou apenas amor.

E o mundo desse amor
Enche-se dessa bondade

Onde me perdi

Perdi-me algures
Mais do meu mundo
Do que de mim,
Pois que me transporto.

A linha fica ponteada
De buracos por preencher.
Onde ninguém esteve,
Apenas a morte ansiada.

Uma linha insensata
Com um declarado perdedor
Que junta aí tudo
O que deixou para depois.

E a um longo suspiro
Encolho os ombros
Onde é que me deixei
Quando nesse tempo me perdi.

sábado, 27 de dezembro de 2014

Ler e jornalismo

Na livraria Barata, à avenida de Roma, num caminho diversas vezes repetido, pego num livro com o seguinte título: "Os estrangeiros que mandaram em Portugal". Um livro com 240 páginas! Pego no objecto e com alguma curiosidade percorro os meus olhos a tentar perceber quem e como é que de um modo tão gratuito oferece o seu país e um conjunto de pessoas:
3 pessoas durante o período de 1580 e 1640
3 pessoas de 1807 a 1822
e a Troika e o FMI, ou seja, a actualidade.
Quem o escreveu? Uma jornalista, naturalmente!
E serve para quê? Pergunto-me eu? Será, como é de prever, uma análise ligeira, sem profundidade, com erros grosseiros, com lacunas evidentes frutos dos actuais doutores da História que a utilizam apenas para vender a sua ideologia política. Os jornalistas, sendo profissionais da escrita, deveriam ter o bom senso de não se abalançarem para a escrita literária, pois que é preciso muito mais que escrever bem para se ser um escritor. Atenção que vender muito não é sinónimo de escritor. A revista Maria, bem como o Correio da Manhã são os jornais que mais vendem e, ao que se saiba, não sai de lá nenhum escritor.
Há anos, muitos, a ideia que se tinha dos jornalistas é que sabiam pouca coisa de muitos assuntos e, por norma, falhava-lhes o fio condutor essencial, mercê da necessidade momentânea dessa ocasional aglomeração de saber.
Hoje são licenciados, mestrados e até doutorados mas a essência das suas circunstâncias não se modificou, antes se agravou, pois que ao se entenderem como elo superior num mundo do efémero, sentem-se em cima de um caixote de papelão convencidos que se trata de pedestal.
A indústria livreira que passou a tomar o livro não como um objecto imbuído de um certo valor intrínseco mas como um artigo que deve ter um ciclo de vida, acaba por estar a destruir a própria vida dos livros. Os livros dos meus pais, meus avós e dos meus bisavós continuam a ser os mesmos livros que estão na minha casa. Os livros que se publicam nestes tempo são livros que morrem após serem lidos pois não têm mais que o momento da sua leitura. Enquanto se cita Garrett, Eça, Pessoa não citamos o José Rodrigues dos Santos, a Margarida Rebelo Pinto e restante geração. São monos adiados. São as Joanas Vasconcelllllos na escrita. A quem serve esta escrita?  

Olhar simplesmente





Com um nadinha de enquadramento

Gostei desta


Fazer a inversão do aspecto para o qual o toldo foi feito.

Outra quase


Por mais voltas que tivesse que dar a árvore e a sua outonal folha iria continuar a estar ali.

fotos quase


Um teste com uma máquina nova. Precisava de tripé e controlar a focagem mas, e ainda assim, deu uma imagem curiosa

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Em desadequação mundana

O natal aqui à porta. O Nascimento de um homem novo, o reinicio de um ciclo e eu perdido algures num remoinho de um tempo que insiste em não se decidir se é novo, velho ou meramente repisado.
Olho espantado e vejo as pessoas a atirar votos e mais votos como se estivessem a sobrar bolas de sabão à espera para vê-las rebentar algures e, nessa circunstância encontrarem a momentânea felicidade.
O natal dos pequenos é insuflado pelas fanfarronices e outras crendices.
E há os que dizem que se vão juntar à família para terem um refeição juntos e festejar.

Sinto-me desadequado a este tempo de um natal de obrigação que insiste em tentar repetir um tempo qualquer onde, por misteriosa saudade, aconteceu esse Natal.
Somos passado que se futuriza na expectativa de voltar a esse tempo inicial.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Aforismo

Os anjos têm a vantagem de não ter sexo, pelo que nunca há assédio quando se sonha com eles.

O começo

Ela estava sentada perto da janela com o olhar perdido naquela manhã de sol. O frio lá fora era imenso e dentro de portas aquela luz coada apenas pelos ramos vazios e quase que secos das árvores transportava-a para ambientes de calor mais expansivo.
- Olá…, posso? – Pergunta puxando a cadeira para trás.
A cabeça dela roda um quarto de volta e devolve-lhe um sorriso carregado da mesma luz que estava a ver e confirma um sim quase silencioso. A cara de criança, adolescente que ainda agora entrara na puberdade, revela a mulher a frescura e leveza daquela mulher que já há muito se tinha despedido desse tempo de descoberta das razões do mundo.

- Não te esperava tão cedo… - diz ela com encanto.       

Solstício

Vivo hoje cheio de esperança. Os dias não mingam mais. Acabou o fim da luz e recomeça o caminho.
O tempo cósmico é de renovação.
Sou absolutamente solar.

domingo, 21 de dezembro de 2014

O pensamento

Aquele instante
Que veio de algo
E trás o tempo
De outra coisa
Que faz a linha.
O mundo que não acaba,
Que nunca é pleno,
Nem completo ou acabado.
Essa pequena coisa,
Esse nada que acontece
Num mísero instante
É o mesmo que o primeiro.
A parte do todo,
A razão de se ser
Coisa sempre incompleta
Que se anseia por futurizar.
E vale o passado todo,
É o passado todo,
Como será todo o futuro.
É Deus e o homem,
Uma dimensão que nunca se mistura
Porque são os dois num só.
O pensamento.

Aforismos

Se não fosse do Amor, de quem poderia ser a vida?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Lendo 087

"Por meio de insinuações, de casos que o induzira a contar, veio a actriz a descobrir que desde os dezassete anos ele já possuíra muitas mulheres. Não as amava propriamente, mas sim ao acto sexual." Somerset Maugham in A outra comédia, Livros do Brasil, Lisboa, pág. 120

Há neste fragmento o desenho mais incisivo do carácter do personagem que acaba por contrariar o que nos foi fazendo crer ao longo do livro. É suposto ser um rapaz novo, de condição modesta e que tem desde cedo uma fixação nesta actriz. Ora esta fixação contradiz a sequência supra. Uma fixação corresponde a um desejo, a um intenção de permanência. Mas se desde novo apenas o diverte o acto sexual, como se correlaciona?


Lendo 086

"Não mereciam a menor confiança. Era realmente horrível que um sujeito casado com uma mulher tão encantadora, pai de uma menina tão bonita, procurasse aventuras amorosas num combóio. Os homens são mesmo uns indecentes..." Somerset Maugham, in A outra comédia, edição Livros do Brasil, Lisboa, pág 111

No enredo do romance o personagem que deixa esta reflexão é, curiosamente, uma mulher casada e mãe de um filho, mas não é isso que verdadeiramente importa, o cerne mesmo do assunto é aquilo a que Kant chamaria a categoria à priori do romance.
O homem tem que ser sempre o agente activo, o que faz o mundo mexer, o que empurra a acção, e como tal, cabe-lhe toda a consequência do acto. Ou é o galanteador, o homem perfeito, o que descobre o sentido da mulher e lhe oferece o mais completo galanteio, colhendo o amor que ela está pronta a oferecer. Pior fica quando ou rejeita esse amor, cão miserável mas, e ainda assim príncipe encantado. E completamente frustrante o que se insinua, que faz a corte, que prepara o terreno e depois deixa o tempo passar sem assumir a corte nem a selando com a devida confirmação, ou seja, possuindo-a.
Admitindo que tudo acontece conforme os desejos de ambos, o homem fica sempre um terrível abusador porque colheu a flor, e uma flor colhida acha-se diminuída, ainda que muito mais bela, mais feliz e sentido-se mais única.

Que fazer com este dilema existencial? O melhor mesmo é deixar passar uns dias e a coisa normaliza-se e deixa de haver bandido e o crime passa a petisco.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

desolado

Sou mera intenção..
Uma vontade emergente
De uma forma de vida.
Voz, sentido e coisa.
Sou a minha voz,
A minha forma de vida,
A minha vontade...

Mas...
Se for ser criado
Quem sou eu?

Preparando o cinquentenário

Vou fazer uma retrospectiva de algumas coisas que fiz na minha vida das quais tenho, não o orgulho, mas a satisfação de ter conseguido fazer.

Óbidos e a política.
Por razões várias que agora não importa referir, pois que não é esse o tema a tratar, acabei por me envolver de modo bastante activo na política local de um pequeno concelho do litoral Oeste de Portugal, a saber Óbidos.
Acho que por capacidade que me é inata e que uso sem nenhuma parcimónia, rapidamente me apercebi de como o caminho que se estava a traçar era um imenso engano e que era possível emendar e corrigir. Essa possibilidade foi, e é, sempre a razão de ser destes arremessos que tenho para aquilo a que se chama a causa pública. Sempre entendi que as coisas, na sua essência, são imensamente simples. Tão certo que de A se chega a B. Existem sempre, no entanto, um mar de opções para fazer esse caminho, sendo que a maior parte das vezes se escolhe a mais infeliz, a mais despropositada e a mais gravosa para a comunidade. Os assuntos estavam a ser falados e rapidamente se percebiam os erros de palmatória bem como a falta de conhecimentos dos actores políticos.
Com o tempo fui ganhando uma imensa aversão à política local, bem como a qualquer tipo de regionalização, pois são terrenos férteis para a germinação de gente inútil que apenas se serve dos impostos para tratar dos interesses de alguns. A centralização tem toda a vantagem na decapitação dessa malha de gente que é absolutamente desnecessária ao país.
E, na demanda dessa luta quixotesca, acabei por conhecer os responsáveis por uma rádio local. Tendo como base um blogue colectivo que já tinha história ( fica para outra crónica de bom malandro) fui insistindo com eles na possibilidade de promoverem um espaço de conversa sobre o concelho com intervenientes de cada espectro partidário. A sugestão levou tempo a nascer e um dia recebi um telefonema para me convidarem para um almoço. O tema do almoço foi o atestado de nascimento das "Conversas cruzadas" na Rádio Litoral Oeste. Para não ferir susceptibilidades locais, bem como para não pensarem que andavam a toque de caixa de mim, ou de outros que estavam na mesma onde que eu, o programa foi replicado para as Caldas da Rainha e para o Bombarral. Não sei dados dos outros, apenas sei que durante os dois anos que lá estive o programa teve uma audiência bastante elevada. Era uma referência aos sábados de manhã. Muitas vezes ia de Lisboa até Óbidos e voltava só para fazer o programa.
Alterações na minha vida acompanhada de um acto inenarrável de um personagem, fez com que abandonasse o dito programa. Sei que ainda durou algum tempo e, depois, morreu.

Por ventura não fui "a mola" desse acontecimento, fui, isso sim, alguém que acreditou sempre que era uma POSSIBILIDADE e, como tal, tínhamos que ver se era possível. E foi! Não é orgulho, é satisfação. Várias pessoas ficaram satisfeitas com o programa, quem participava achava que estava a fazer algo pelo concelho. Foi um pequeno nada que teve um sabor caloroso.

O miserável

Nem à vida se agarrava
Nada o prendia.
Sem passado que justificasse
Ou futuro que valesse.
Era o fim em si e de si.

Tudo fora dito à nascença
Mais uma boca a encher
E um corpo para vestir
E nesse espelho se revia
Era o nada fossilizado.

E miséria de si,
Nem a morte o desejava.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Coisas mais para o insensato

- Estou a ficar velho!
- Ora, velhos são os trapos!
- Estou a ficar um trapo!

Coisas do tempo

Era noite cerrada e escura que nem breu. Nada se via.
Ao longe como sempre sucede nestas coisas, o dia começa a raiar e o escuro foge para debaixo dos carros  para as paredes esconsas e até para os vãos das escadas. Sem dar por isso a Dona Humidade continuava deitada ao comprido sobre o chão rebolava sobre os carros e mais espaços que lhe apetecesse. Até sobre o topo do candeeiro ela se esticara.
O sol, que não queria incomodar tão distraída senhora empurrou o nevoeiro para ver se ela acordava. E como não havia maneira dela se mexer, borrifou o ar com mínimas partículas de água. O resultado não foi de imediato, mas e aos poucos, a senhora dona Humidade lá dá acordo de si. Suave e lentamente começa a mexer-se. Um arrepio de frio e zás, uma gota desliza pelo vidro abaixo.
Ao fundo o Sol espreitou entre o nevoeiro. A Dona Humidade deu por esse olhar mais atrevido e, não que se incomodasse muito, mas não gostava nada que o Sol a visse assim, em pijama e ainda deitada pela rua, assim, lá se foi levantando e quando o Sol chegou já se tinha ido embora para onde ninguém lhe dissesse nada. Tendo-se visto livre da Dona Humidade, o Sol enche os seus pulmões e sopra o nevoeiro dali para fora. E não que foi com tanta força que nem gotas no ar, nem gotas no chão. Nada, mesmo. Tudo sequinho.
Ai que bom que é este solinho de inverno!

Um mero devaneio

A conversa segue morna e sem contratempos. O assunto é quase tão irrelevante como a conversa em si. De repente, e por via da sua natureza, apresenta um galanteio, de salão mesmo. Daqueles que se podem ouvir na presença de terceiros, independente do sexo. O passarinho deixa de piar. Assusta-se e olha com alguma apreensão. Acaba por sacudir as penas e voa para outras paragens.

Onde morará o pecado?

Que ricas memórias


O amarelo! Esse mítico café onde perdi horas a não fazer nada.

coisas esquisitas


Faço duas saídas e nada depois delas.
Dentro do espaço fica metade por preencher.
Acaba por ser um pouco o espelho de muitas coisas, ainda não acabamos o que estamos a fazer e já temos a cabeça noutro sítio...

Ao longe e com pressa


Um marquês de Pombal

E fui


Saí para algures onde estava em paz...

Paradoxo

Dizem que o amor não escolhe idades e é curioso ver como com idade para se ter juízo há quem ame como se não o tivesse... E se tivessem mais juízo não amavam assim.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Coisinhas parvinhas

E depois ela ainda dizia:

“Ahh, touch me
I want to feel your body”

No entanto, assim que alguém se aproximava, invariavelmente encontrava a sola das suas botas… Será que alguém alguma vez a tocou?

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O que fui plantando

O que fui plantando,
Um eu no mundo
E outro em mim.
E a mando do Criador
Como semente germinam,
Crescem e acontece serem...
E como uma casa de espelhos
Replicam-se infinitamente
Enquanto houver firmamento.
E quando perdido esse Sol
Ainda haverá um ele
Até ao seu ocaso.

Nada é, pois, estático.

Palavreado tolinho

E foram umas pernas de garça
Que passaram cheias de graça
E de serem tão engraçadas
Mesmo até cheias da graça
Que se com elas engraço,
Essas pernas de garça
Ainda me desgraço!

Que capacidade notável


Audácia de um tímido ; des. Martins Barata. J. Santos 1923
Delicioso pecado Novela Sucesso 1923
Entre vinhedos e pomares Spartacus 1926
Anastácio José : primeiro Marquês de Santa Clara Civilização 1927
Uma luz na escuridão Ag, Brasileira 1937
O crime de Sintra Ag Edit Brasileira 1938
O cavaleiro, o monge e o outro : romance Enciclopédia 1947
A vida grandiosa do Condestável : evocação histórica Romano Torres 1951
O drama e a glória do Padre António Vieira Romano Torres 1952
Inês de Castro na vida de D. Pedro : evocação histórica Romano Torres 1953
O Marquês de Pombal : o homem e a sua época Romano Torres 1955
O Infante D. Henrique : o homem e a sua época : evocação histórica Romano Torres 1957
Grandes momentos da história de Portugal FNAT 1958
D. João II : o homem e o monarca : evocação histórica Romano Torres 1960
O menino entre gigantes Prelo 1960
Bocage : a sua vida e a sua época : evocação histórica Romano Torres 1962
D. João III Romano Torres 1962
Dom Manuel I e a epopeia dos descobrimentos Romano Torres 1962
D. Sebastião Romano Torres 1963
D. João V : o homem e a sua época : evocação histórica Romano Torres 1964
O Cardeal D. Henrique Romano Torres 1964
O regente Dom Pedro, príncipe europeu Emp Nac Pub 1964
O Prior do Crato contra Filipe II : evocação histórica Romano Torres 1965
A Rainha Santa Ag Port Revistas 1969
A revolução de 1640 e as suas origens : evocação histórica Romano Torres 1970
D. Afonso Henriques : evocação histórica Romano Torres 1970
D. João IV e a campanha da Restauração : evocação histórica Romano Torres 1970
Dona Maria I e a sua época : evocação histórica Romano Torres 1972
D. João VI : o homem e o monarca : evocação histórica Romano Torres 1973
Liberais e miguelistas Romano Torres 1974
Camões - a sua vida e a sua época : evocação histórica Romano Torres
D. Dinis e Santa Isabel Romano Torres
Fernão de Magalhães Civilização
Junot em Portugal Romano Torres
Moisés : evocação bíblica Romano Torres
O preto do Charlston Guimarães Ed


Uma aproximação à bibliografia de um magnífico escritor de biografias

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Fresquinha sff


Coisas diferentes, monocromáticas



Exercícios



Pessoa e os heterónimos


Óbidos, a Lagoa e as passagens


Uma casa rústica


Que me encanta

Lagoa de Óbidos




Desenho à vista




Guincho e Muchacho



Mercado das Caldas da Rainha


Uma certa Lisboa


Bairro arco cego