terça-feira, 29 de julho de 2014

Passeio em Lisboa 15 - de Costas voltadas




Passeio em Lisboa 14




Passeio em Lisboa 13

Vencendo o cansaço.




Passeio em Lisboa 12

Mais do mesmo?



Passeio em Lisboa 11

Olhar para outras coisas




Passeio em Lisboa 10

Que a modernidade, a inovação e o despesismo público não mude. 




Passeio em Lisboa 9


Chegaram uns


E partiram outros.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Nascendo-me

Rasgo-me,
Dilacero-me,
E saio de mim!
E entro numa dor imensa,
Difusa e profunda
De um algo que subsiste,
Sem saber o quê,
Para quê ou porquê.

Estou a nascer-me.
Novos futuros,
Sentidos e significados.
Horizontes calados
Sem frases e diálogos.
Apenas luz
E amanhã.

Sou e estou lá.

Passeio em Lisboa 8





O arco.

Passeio em Lisboa 7


O vizinho pobre e podre. Ao lado de um projecto como o custo astronómico que teve é inacreditável que a paisagem fique com este adereço.



A rua fechada ao trânsito automóvel.


De que serve aquela poluição visual no seguimento da via?

Passeio em Lisboa 6

Que se refresque a alma, basta sentir a água no ar....




Passeio em Lisboa 5

O cais das colunas


E as colunas



Ao tentar apanhar o Barco à vela descentrei a fotografia!



Passeio em Lisboa 4

Fotografar está na moda.


Até por cima das lentes de ver ao pé


Ou mais arrojado, Tentando uma artística!


Passeio em Lisboa 3

O amor

Esta deu tempo para tudo, tal a calma com que se deixaram ficar a olhar para o Tejo.


Olhos nos olhos.

Passeio em Lisboa 2

Turistas com calor.


Não acredito que o modelo não tivesse noção do que exibia. De tantas vezes acontecer fotografei.


Esta mãe de família fazia parte de um enquadramento de fotos à beira rio. Quando ia carregar no botão sou distraído pela senhora de azul que entra na imagem e na mamã que resolve arejar o corpo. Que raio! 

Passeio em Lisboa 1

Dois apontamentos. 


Uma buganvília maravilhosa e enorme.


A estética medida e enquadrada do Bairro do Arco do Cego.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

De um mero agir

O acto é pessoal.
Por vezes insólito.
E até por sobrevivência...
E até porque tinha que ser!

E chega a turba
Pela voz do seu pequeno chefe
Chama ao acto: Heróico!
E todos aclamam!

O autor assusta-se...
Apenas tinha que ser.
Mas o acto já não é seu,
Foi desnaturado e nasceu.

Nasceu argumento,
Móbil de propaganda.
E processa-se o autor
Por o supor seu!

Nada chega a tudo.

Óh que infinito tédio!
Voltei a acordar em mim!
De que me valeram aqueles sonhos,
Se, afinal, se volta ao mesmo?

Herói, príncipe ou nada,
Conhecedor de irrealidades
Que ultrapassam a lógica
E até o tempo da vida!

Passear no absurdo
E noutras portas de mim.
Assustadoras como deslumbrantes
E cheias dos outros eus.

E depois do olho aberto,
Entender estes mistérios
Entre risos e reflexões
No mar de mim desconhecido.

E nesses tempos de fuga,
Que acontecem na penumbra,
Repetem-me sorrateiramente
Que a morte não morre.

Ser actor

E fica em cena,
Palco aberto,
Foco de uma luz que cega.
É preciso ser!

Vestir aquela forma,
Falar daquele modo,
E passar a mensagem
Onde pode caber sentido.

Nem se estranha, porém,
Se o palco for menor.
Quase sempre basta
O de uma pequena conversa.

De bom a besta

Roubava-te esse sorriso,
Sim, esse que me deste,
Quando te iluminaram os olhos
E tudo se confirmou.

E roubava-te os restantes
Que não sou de boa rês
Não sorrirás assim
Para mais ninguém!

terça-feira, 22 de julho de 2014

O espelho

Na alma há um espelho,
Consciência dizem,
Que devolve a acção
Em modo de reflexão.

É uma repetição,
Não do mundo passado,
Mas da ambição
De um mundo desejado.

Já não cabe o avesso
Desse se reviu
A imagem ideal,
O que é projectado.

E futuriza-se no tempo
Tornando parte integrada
Na vontade de ser
Parte do que É.

Imagem


Esta imagem constará seguramente na capa do meu livro. 

Data 27 de Março de 2014
Velocidade 1/500
ISO - 125
Abertura do diafragma 5.6
Lente : 200 mm
Palácio da Pena, Claustro, piso superior.

domingo, 20 de julho de 2014

Mais uns exercícios de fotografia


Sem a lente que se impunha. Lente 55mm, e centrar a imagem.


Já com a lente apropriada.


Mas o excesso de luz consegue "parar" a àgua.


E roda-se a máquina para ampliar o reflexo do Sol.

Depois já não tive olhos para mais experiências.

Enquanto (des)esperava...

Nada como fazer exercício de fotografia. 
Acredito que a fotografia, aquela que gosto e que me dá gosto fazer e ir ver, tem que obedecer a uma série de regras que podem, ou não, fazer daquela captação do mundo uma coisa que valha mais que o mundo visto à nossa frente.


Como se pode ver o objecto fotografado nada tem de equilíbrio, assim como ultrapassar? Tentei alinhar duas rectas às linhas da foto, colocar a fita vermelha numa delas e vamos ver no que dá.
As diferenças de luz não permitiram um bom resultado.
A foto devia ter acabado antes do fim das pedras brancas.
O pedaço castanho que se vê na ponta superior esquerda não devia ter entrado
E, por último, a foto devia ter sido feita a preto e branco.
Talvez depois o resultado fosse melhor.


Fotografia básica de espelho lateral com a imagem centrada no ecrãn.
Erro na lente, a 55 mm não chegava lá.
Erro na altura da fotografia. Precisava de um tripé e subir um palmo.
Erro na escolha do objecto fotografado, pois a árvore rouba o enquadramento. 


Mais uma foto de enquadramento.
Na impossibilidade haver belo, há apenas mais uma aprendizagem do olhar. Do que se vê, mesmo que seja completamente ausente de estética, tente-se fazer algo mais estético do que a realidade. Funcionou, porque o tecto era muito feio.


A foto anterior ajudar a executar esta.
Corta-se o que viria a desequilibrar a foto, como o excesso de luz e as imperfeições do fim do objecto fotografado e ficou bastante melhor, ainda que uma foto menor.
Faltou o preto e branco, bem como mexer nos contrastes.


Simplesmente uma foto sem história.
Apenas a captação da casca da árvore.

E assim se passou um bocado da espera. Houve tempo para esperar mais um pouco.