Dirão alguns, seguramente sábios, que a razão reside num qualquer conflito que ficou perdido no tempo mítico da alcova materna, ou noutra rejeição, única, ou repetida, desse afecto.
Não consigo saber se é exclusivo de uns ou comum a todos. Penso que é comum a todos. Cada um pede como consegue.
Podia, agora, entrar no humor e fantasiar sobre se cada um pede onde está o seu "mercado", o seu "cluster" e fazer disto uma conversa louca de economês, mas não é razoável. Será, no entanto, uma ideia a reter. Pode, eventualmente, haver tipos comportamentais onde o nosso afecto seja mais rápida e duradoramente saciado. Mas não sei. Ainda não meditei o suficiente sobre isso. Mas vale a ideia.
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