Na exposição da Maria Keil, em Cascais na Cidadela ocorre-me o seguinte: Que diabo de coisa esta de se ser criador de algo, umas coisas magníficas. Acontece é que para dar uma ideia de conjunto da pessoa escolhem um monte de registos feitos ao longo da vida. Muitos deles imbuídos de estéticas assaz duvidosas, mas em vigor e surpreendentes a um tempo, e outras, até, de estética duvidosa. E nesse conjunto acaba por se perder o bom, o válido.
É difícil perceber que as pessegadas devem estar ao pé das limonadas.

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