Hoje descobri, assim como quem bate com o dedo mindinho numa perna de uma mesa, que as relações humanas devem ter um propósito! Agarrado à alma, como se fora o dedo mindinho, senti uma dor aguda que me ferveu o cérebro. Homessa! Então queres ver que só posso ser amigo de alguém se dele esperar algo em troca? Mas isso não é amizade, é outra coisa que um ditado português diz na perfeição:
"Quem dá o que entende, não dá, vende."
Assim, hoje foi um dia miserável na praça da minha alma. Não tinha troco para pagar o que me era dado por venda. Fiquei-me mais pobre. E, sobretudo, desolado. Há almas que precisam urgentemente de AMOR. De afecto. De carinho. De vida.
E ainda me dói o dedo mindinho da alma
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