sexta-feira, 28 de junho de 2013

O mundo das surpresas

Num momento pesado onde se oferece ser cicunspecto e reservado. Falar apenas em voz baixa, ser contido nos gestos e nas palavras. Os passos são lentos e vagarosos. Arrastados até. Sempre em silêncio.
Ele, ao cumprimentá-la, deixa escapar nesse sítio e espaço e durante esses tempos, um afago. Como que uma festa que se faz com o deslizar suave e sentido de um polegar sobre a cara.
Desprevenida fica perplexa e sem resposta.
Como é magnífico o mundo das surpresas. Sobretudo se com afecto.

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