quarta-feira, 15 de maio de 2013

Lendo 015

Deviamos desconfiar sempre dos alienados. Estão de certo modo de má fé e sabem-no. Mas não sabem como alterar isso, e os médicos não sabem como curá-lo." Lawrence Durell in Monsieur ou Princípe das Trevas.

E pumba! Lá se vai a teoria da inocência dos alienados ( loucos?, perturbados? doentes mentais? enfim..).  Havia a ideia que estes humanos vivam uma inocência, são, muitas vezes mesmo considerados inocentes que às vezes têm comportamentos desadquados. Não tenho formação nesta matéria, pelo que mais não posso fazer que "deitar à advinhar", correndo o risco de deixar escrito um conjunto de disparates. Mas assumamos a nossa alienação e toca a deduzir.
A ideia subjacente à frase é a da intencionalidade do alienado. Mas, e mais profundamente, que o homem não é uma pessoa boa. O homem tem maldade dentro dele, e mesmo quando alienado, ou seja fora dos parâmetros comuns age intencionalmente em erro, ou no erro, ou mesmo para o erro. Assim sendo ao aliendado tem uma consciência moral superior ao seu equilibrio emocional. Será, então que é no equilibrio emocional que jaz a maturidade moral?  



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